terça-feira, 21 de julho de 2009

Morte e Vida

A quase morte do meu computador me fez criar um hábito saudável. Bom, talvez não tão saudável assim… já que fico a madrugada agarrada na televisão.

Nunca tive o costume de ver o canal Eurochannel. Sempre esquecia da numeração do minino láááá em cima, perdido no meio de um monte de canal estranho. Na maioria das vezes já pegava os filmes no meio do caminho, e quando dava certo, morria de raiva com a interrupção das legendas. Acho francês lindo, sua sonoridade é encantadora… e não entendo nem meia palavra do idioma. Acabava chutando o pau da barraca, arremessando o controle na parede e ia fazer outra coisa puta da vida, já que os filmes sempre são interessantes e dão vontade de continuar vendo.

Voltando ao meu computador. Coitado. Quase perdi todas as minhas fotos. Bem que Rodolfo já brigou inúmeras vezes com meus joguinhos que baixo compulsivamente pela rede. Junto com eles todo um arsenal de vírus. Dessa vez levei susto. Vão ver se agora eu aprendo. (hum…)

O resultado foi que ficamos sem filmes e séries - tb baixados hehe. E o resultado disso foi que comecei a ficar sem o que fazer de noite. E o resultado disso foi que comecei a ver um monte de filme ruim na HBO e Telecine (impressionante a quantidade de filme que que passa por dia!!). E o resultado disso foi que comecei a ver Multishow. E o resultado disso é que vi Thriller tantas vezes que já sou a própria reencarnação do Michael Jackson. E o resultado disso, portanto, é meu novo encontro com o Eurochannel. [ “E agora mais perto de você!” – e dos canais de filmes - enfim!]

Bons encontros franceses de época:

Mademoiselle Gigi (2006)

A menina Gigi foi educada para ser uma cortesã, mas tem outras expectativas para sua vida. Filme gostoso, e bem feminino.

Molière (2007)

O jovem diretor e ator de peças teatrais, Moliére, zombava da nobreza em suas peças popularescas, até que acaba sendo preso. Um rico empresário o tira da cadeia em troca de um favor. Deseja a ajuda do escritor para interpretar uma cena para cortejar uma bela moça. Como o empresário é casado e pai de duas filhas, o segredo deve ser mantido e ator é levado a casa como um amigo religioso. Enquanto passa por uma de suas maiores provações em termos de interpretação, Moliére terá de escapar de vários desvios que podem atrapalhar sua carreira, sendo a esposa a maior delas. Divertido!

E vida o Eurochannel!

quarta-feira, 15 de julho de 2009

uma música, uma fã

Um novo amigo, com uma linda voz baiana, mandou essa música. O conheci junto à turma do blog, e sua simpatia e alegria me chamaram logo a atenção. Uma mistura de timidez com respostas rápidas na ponta da língua. Ouvindo Emerson cantar e tocar o violão em nossos encontros no Rio, Sampa e Salvador já me fizeram ser sua fã. Da pessoa e do artista. Muito sucesso para ele!

Aqui, uma demo de uma de suas canções, do seu, muito esperado por mim, CD.

Emerson Leal & Oda Mae Brown - Não sacaneie Meu Fusca

NÃO SACANEIE MEU FUSCA (Emerson Leal)

Eu ouvi dizer / Você me chamou de derrotado / Só porque meu carro não é zero / De luxo, importado / Quanto ao meu fusquete / Só eu sei do que ele é capaz / Não tem cabine dupla / Mas mulher, até que cabe demais / Com ele eu vou a qualquer canto / Sem perigo de seqüestro / Eu boto 100 na Paralela / Um blues no alto-falante / E trato de esquecer do resto / Não sacaneie meu fusca / Pegue leve, por favor / Não sacaneie meu fusca / Não é seu carro que me leva aonde eu vou / Você não viu / O trato que eu dei no meu carrão / Fiz banco, chaparia / Pintura de verde-limão / Colei no pára-brisa / O velho escudo tricolor / Tem uma dúzia de fitinha do Bomfim / No espelho retrovisor / Com ele eu vou a qualquer canto / Sem perigo de seqüestro / Eu boto 100 na Paralela / Um blues no alto-falante / E trato de esquecer do resto / Não sacaneie meu fusca / Pegue leve, por favor / Não sacaneie meu Fusca / Não é seu carro que me leva aonde eu vou.